domingo, 28 de novembro de 2010

Mas... Eu sou Filho do Diabo, e ele protege os seus!




Era inevitável que acontecesse!
Houve o momento certo, a situação certa ((Uma dose do meu charme irresistível)) e ELA estava ali.
Eu olhei em seus olhos e ela retribuiu ((Eu pensei: Agora vem a bolacha na cara. Juro!)), eu falei e ela respondeu...
E, como não podia deixar de ser, em certo momento eu a beijei e ela se entregou...
Foi como se o tempo parasse, não, foi como se o tempo nunca tivesse existido, não só o mês que passamos longe, nem os 25 longos anos que levei pra reencontrá-la, estou falando de todo o tempo, desde o primeiro instante em que a raça humana aprendeu a contá-lo.
Ela estava ali, em meus braços, agarrada a mim como se eu fosse o parapeito que ela se segurou para não desabar e eu, egoísta, arrogante e bossal, disfarcei pra que ela não percebesse que a recíproca era inexorávelmente verdadeira.

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